O mês de novembro, mês da consciência negra é marcada por atividades de discussão e conhecimento nas instituições de ensino

No último dia 17.11, o Instituto Ganga Zumba realizou duas atividades em instituições Pública e Privada a primeira foi realizada na  escola 1º escola bilíngue do estado do Amazonas, Escola Estadual Djalma Cunha Batista das 14h00 às 16h00,  para crianças do 6º ano do ensino fundamental.

Confira a cobertura completa da palestra na E.E. Djalma Cunha Batista: https://flic.kr/s/aHskM8aHy5

Os palestrantes, a diretora do departamento de Tradições de Matrizes Africanas, Cristiane Floriza (Ya Flor) e o diretor do departamento de Saúde para População Negra Jhonatas Nascimento (Odé Táýô). A segunda atividade foi na ESBAM (Escola Superior Batista do Amazonas) para o curso de Recursos Humanos, o palestrando foi o Secretário Geral do Instituto Ganga Zumba – Luiz Fernando.

De acordo com Cristiane Floriza (Ya Flor) a  atividade desenvolvida na escola Djalma Batista “A palestra foi de suma importância, pois as crianças puderam perceber que  o racismo está camuflado na sociedade e que a intolerância religiosa  é uma realidade, e os mais afetados são as religiões de Matrizes Africanas.” a palestra foi didático, regada a muitas perguntas e dúvidas sobre o tema, após o término da palestra as crianças tiveram uma oficina de turbante ministrada por Ya Flor.

As crianças ficaram deslumbrados com a quantidade de brincadeiras com origem africanas, como, Brincadeira de pega, Pula Corda, Escravo de Jó, Brincadeiras de Roda etc.

A segunda atividade foi na ESBAM (Escola Superior Batista do Amazonas) para os alunos do Curso de Recursos Humanos, o Secretário Geral do Instituto abordou o preconceito e as formas de racismo, principalmente o racismo Institucional, quebrando assim uma série estereótipos causados por uma sociedade, machista, racista, homofóbica, intolerante e preconceituosa.

Confira a cobertura completa da palestra na ESBAM: https://flic.kr/s/aHskLKNX1z

Os alunos puderam perceber que realmente o racismo é uma realidade. E muitas das vezes o racismo e o preconceito estão camuflados em pequenos gestos e ações do dia a dia. A aluna Maisa relatou que  já sofreu com o racismo “uma vez fui com umas amigas em um shopping da cidade, onde estavam inaugurando uma loja e quando fui entrar me proibiram pois não tinha de acordo com o gerente o perfil para estar naquele ambiente.”.

No decorrer da palestra alguns alunos começaram a perceber  que o racismo está sempre entrelaça a alguns contextos que geralmente  não queremos aceitar tais como o quesito raça e cor, situação financeira,  e escolaridade.

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